A grande rivalidade existente em Ba-Vis deve–se às imensas disputas dentro e fora de campo. De 1932 até hoje, foram travadas históricas e emocionantes batalhas nos bastidores, tribunais e, logicamente, estádios. E não foi raro o clássico parar até em delegacias.
Torcedore
exerce a rivalidade no lugar mais alegre do clássico: as arquibancadas.Nos campos, quem se encarregou de alimentar a rivalidade foram craques do quilate de Eliseu, Douglas, Beijoca, Baiaco, Bobô e cia., pelo lado tricolor. Enquanto Mário Sérgio, Petkovic, Bebeto, Nadinho e tantos outros fizeram as honras rubro-negras. Os ápices dos embates destas feras são, sem dúvida, as decisões de campeonato, que, muitas vezes, colocaram frente a frente os eternos rivais e foram testemunhas dos capítulos mais empolgantes da história do clássico.
Fora das quatro linhas, o show, muitas vezes de horrores, ficou por conta dos dirigentes. Inconformados com o resultado no gramado, não foram poucas as vezes que cartolas apelaram ao “tapetão” e conseguiram mudar o que tinha acontecido em campo. De resultados de simples jogos a decisões de campeonatos.
A atuação dos dirigentes não ficou restrita aos tribunais. Atuando nos bastidores, aguçaram a rivalidade das torcidas passando a rasteira em cartolas rivais e possibilitando a contratação de atletas que se tornariam craques, ou não.
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